You Fit Me Better Than My Favorite Sweater

"It made me nervous to know you didn't like me... I really tried. The way I'm feeling in this moment, it can’t last my whole life."


Mhysa
by Josu

Existe um conceito chamado autonomia corporal. É de forma geral considerado um direito humano. Autonomia corporal significa que uma pessoa tem controle sobre quem ou o quê usa o seu corpo, para quê, e por quanto tempo. É por isso que ninguém pode te forçar a doar sangue, tecidos, ou órgãos. Mesmo depois da sua morte. Mesmo se você salvaria outras 20 vidas. É o motivo porque outra pessoa não pode te tocar, ou fazer sexo com você, ou usar seu corpo de qualquer maneira que não tenha o seu consentimento contínuo.

Um feto está usando as partes do corpo de alguém. Logo, sob a autonomia corporal, está lá por permissão, e não por direito. O feto necessita do consentimento contínuo da pessoa. Se a pessoa se negar, e deixar de consentir, a pessoa gestante tem o direito de removê-lo a qualquer momento. Um feto é igual, neste sentido, porque se eu precisar de uma parte do corpo de outra pessoa, ela também pode legalmente me negar esse uso.

Ao dizer que um feto tem o direito à partes do corpo de alguém até seu nascimento, sem considerar o que a pessoa gestante quer, você está fazendo duas coisas:

1. Você está dando a um feto mais direitos ao corpo de outra pessoa do que qualquer pessoa nascida tem.
2. Você está definindo que uma pessoa gestante tem menos direitos que um cadáver.

—   

Hannah Goff (x)

The only pro-reproductive rights argument you’ll ever need.

(via misandry-mermaid)

Yes please

(Source: kimmymary, via feministacansada)

awkwardsituationist:

from girl rising …to consider on international women’s day (and every day thereafter)

(via nippleston)

“Most people die at 25 and aren’t buried until they’re 75.”

—   Benjamin Franklin (via vitael)

(Source: bkoo, via itss-temptation)